Josh Cousens
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As cidades mais stressantes da Europa para estacionar e conduzir

Criado: 14/01/2026

Atualizado: 15/01/2026

Conduzir e estacionar nas cidades europeias pode ser uma dor de cabeça diária para os condutores de veículos pesados - e os elevados níveis de stress não afectam apenas o bem-estar; também têm impacto na eficiência da frota. Para os gestores de logística, saber onde estes desafios são maiores é crucial para o planeamento de rotas, a segurança dos condutores e o desempenho operacional.

Utilizando a escuta social para analisar milhões de mensagens com etiquetas geográficas em 150 cidades europeias, a nossa investigação identifica os locais que os condutores consideram mais stressantes. Liverpool está no topo da lista (60,5% das mensagens revelam stress relacionado com a condução), seguida de Praga (59,2%) e Dublin (58,5%). Liverpool também ocupa o segundo lugar no ranking das cidades mais stressantes para estacionar no Reino Unido. O congestionamento, a escassez de estacionamento e as condições de circulação complicadas são os principais pontos de dor apontados pelos condutores em toda a Europa.

Este estudo mapeia os pontos críticos de stress dos veículos pesados de mercadorias na Europa, utilizando sentimentos reais dos condutores, mostrando como as condições da cidade afectam o bem-estar. Não se trata de classificar os países, mas de dar aos gestores de frotas e de logística informações claras e acionáveis para apoiar os condutores, planear rotas mais inteligentes e reduzir as pressões da condução urbana.

Ouvir as experiências dos condutores

A nossa investigação analisou mais de 14 milhões de publicações nas redes sociais com etiquetas geográficas de 150 cidades europeias, abrangendo tópicos relacionados com a condução, como estacionamento, trânsito e condições das estradas. Os posts foram avaliados quanto ao stress através do rastreio de palavras-chave e frases associadas a emoções negativas em inglês e nas línguas locais. Cada cidade foi classificada com base na percentagem de mensagens que expressavam stress, fornecendo uma imagem clara da pressão dos condutores em toda a Europa. Os dados foram recolhidos na principal plataforma de redes sociais X (antigo Twitter) ao longo de 2025.

O "stress" abrange as pressões que os condutores de frotas enfrentam na estrada, incluindo o tráfego, o estacionamento, as condições da estrada, a condução em geral e os conflitos com outros condutores. A compreensão destes factores ajuda os operadores de frotas a apoiar o bem-estar e o desempenho dos condutores.

*"Conhecer as cidades mais stressantes para os condutores de veículos pesados permite à SNAP encontrar soluções que melhorem a segurança e a eficiência.

**MATTHEW BELLAMY, DIRECTOR-GERAL, SNAP

Cidades europeias stressantes: Principais conclusões

A partir de 2025, as cidades mais stressantes para a condução:

  1. Liverpool, Reino Unido. 60,5% das mensagens sociais de stress sobre estacionamento - a maior proporção de mensagens de condução relacionadas com o stress na Europa.
  2. Praga, República Checa. 59,2% das mensagens sociais de stress sobre estacionamento, provavelmente devido ao tráfego denso, ao desenho histórico das ruas e ao espaço limitado para veículos maiores que circulam na cidade.
  3. Dublin, Irlanda. 58,5% das mensagens sociais de stress sobre estacionamento - O stress dos condutores está fortemente relacionado com atrasos nos congestionamentos, falta de estacionamento e rotas pendulares movimentadas que afectam as condições de condução diárias.

As 3 cidades mais stressantes do Reino Unido para estacionar em 2025:

  1. Newcastle upon Tyne. Comummente abreviada como "Newcastle" e localizada no condado de Tyne and Wear, esta cidade tem uns impressionantes 65,3% de publicações sociais sobre estacionamento, o que a torna a cidade mais stressante do Reino Unido para estacionar em 2025.
  2. Liverpool. Em Merseyside, 64,4% das mensagens sociais sobre estacionamento em Liverpool expressam stress.
  3. Middlesbrough. 63,9% das mensagens sociais sobre estacionamento nesta cidade de North Yorkshire expressam stress.

A Escócia também apresenta um elevado nível de stress em matéria de estacionamento, com Edimburgo (61,6% das mensagens sociais sobre estacionamento) e Glasgow (61,4% das mensagens sociais sobre estacionamento) a figurarem entre as cidades mais difíceis de estacionar do Reino Unido. Além disso, Londres está classificada como o 17.º local mais stressante para estacionar (57,9 das mensagens sociais stressantes sobre estacionamento. Entre os factores que podem contribuir para esta situação contam-se as ruas estreitas, os traçados urbanos densos, a elevada procura de espaços de estacionamento limitados e as restrições no centro da cidade, que podem aumentar a pressão sobre os condutores.

Pontos críticos de stress para os condutores europeus

Utilizando milhões de publicações nas redes sociais com etiquetas geográficas, classificámos cada cidade de acordo com a percentagem de publicações relacionadas com o stress, revelando os principais pontos de condução e estacionamento da Europa e destacando as condições urbanas que mais desafiam os condutores.

O nosso mapa infográfico mostra as principais cidades em termos de pressão sobre a condução e o estacionamento, revelando os principais pontos críticos urbanos e os desafios enfrentados pelos condutores em cada mercado.

As cidades mais stressantes para conduzir

As cidades podem aumentar o stress dos condutores devido ao congestionamento, às ruas estreitas e à complexidade dos traçados rodoviários.

Liverpool (1.º lugar), Birmingham* (4.º) e Londres* (5.º) figuram entre as cidades mais stressantes para conduzir em Inglaterra, com valores entre 55,7%* e 60,5% de stress*. Os pontos de congestionamento e os pontos de estrangulamento - tais como [Liverpool's Mersey Tunnels] (https://www.liverpoolworld.uk/news/mersey-tunnels-chaos-40-minute-delays-4974204) e as vias fortemente congestionadas como [London Orbital Motorway (M25)] (https://news.sky.com/story/londons-roads-ranked-most-congested-in-europe-according-to-new-report-13284374) - são os principais contribuintes para estes elevados níveis de stress.

Dublin ocupa o 3.º lugar e é uma das cidades mais congestionadas da Europa, com [atrasos médios anuais de 81 horas para os condutores] (https://www.irishtimes.com/transport/2025/01/06/dublin-ranks-as-europes-third-most-congested-city-after-london-and-paris/) devido ao tráfego intenso, o que evidencia as pressões persistentes de congestionamento nas estradas urbanas.

Uma escuta social mais aprofundada, centrada especificamente nos automobilistas irlandeses, revelou que os condados de Laois e Leitrim registaram níveis de stress de estacionamento notoriamente elevados, com pontuações que variaram entre 75% e 75,3%. Estes valores elevados evidenciam desafios persistentes para os automobilistas nestas áreas, em grande parte devido à forte dependência do automóvel - [73% dos trabalhadores pendulares em Laois deslocam-se para o trabalho em automóvel particular], de acordo com as estatísticas oficiais (página 118). Além disso, Leitrim tem relatos locais de infra-estruturas rodoviárias escassas e [conflitos entre entregas e estacionamento em cidades como Drumshanbo] (https://www.leitrimobserver.ie/news/ballinamore/1951614/loading-problems-an-issue-in-leitrim-town-with-lorries-parking-in-the-middle-of-the-road.html) que contribuem para o stress dos condutores neste condado irlandês.

Katowice, Polónia (7.ª posição) - embora não seja uma das cidades polacas mais congestionadas em geral, [Katowice continua a sofrer atrasos nas deslocações e pressão do tráfego] (https://www.tomtom.com/traffic-index/katowice-traffic/), com os condutores a passarem muito tempo no trânsito e as principais estradas, como a S86 e a A4, a registarem grandes volumes de tráfego diário, o que pode contribuir para uma taxa de stress de 53,6%. Do mesmo modo, Varsóvia, na Polónia (13.º lugar), tem condutores que passam aproximadamente [70 horas por ano no trânsito] (https://notesfrompoland.com/2025/01/10/warsaw-has-europes-sixth-worst-traffic-finds-global-study/), o que contribui para uma taxa de stress de 50,3% em 2025.

Bucareste, na Roménia (8.º lugar), enfrenta um congestionamento notório como uma das cidades mais concorridas da Europa, com os condutores a passarem muito mais tempo em engarrafamentos e [a perderem até 12 dias de trabalho por ano] (https://www.romania-insider.com/bucharest-driver-loses-days-annually-traffic-sept-2025) devido ao trânsito lento.

A capital de Espanha, Madrid (15.ª), sofre de um forte congestionamento, com uma viagem de 10 km a demorar cerca de 24 minutos. As ruas estreitas e o tráfego persistente, especialmente em zonas como Puente de Vallecas, tornam a condução diária lenta e stressante. Do mesmo modo, [há relatos de acidentes e de tráfego intenso] (https://cadenaser.com/euskadi/2025/11/26/retenciones-en-la-avanzada-por-la-averia-de-un-vehiculo-en-erandio-hasta-7-minutos-de-demora-radio-bilbao/) em Bilbau, em Espanha (20.º lugar), em vias-chave como a A-8 e a BI-30, o que provoca filas de espera prolongadas e uma circulação lenta, contribuindo para condições de condução stressantes.

As cidades mais stressantes para estacionar

O estacionamento também contribui para o stress dos condutores e da gestão das frotas, uma vez que a disponibilidade limitada, a elevada procura e a regulamentação restritiva nas cidades europeias podem atrasar as viagens, aumentar a frustração e complicar o planeamento dos percursos.

Além disso, através da escuta social, recolhemos dados sobre as cidades onde os condutores sentem mais stress ao estacionar em toda a Europa, especificamente na Roménia, Polónia, Espanha e Reino Unido. Prestar atenção a estas áreas é importante para os operadores de frotas, uma vez que a disponibilidade limitada de estacionamento, a elevada procura e o congestionamento urbano podem perturbar os horários, aumentar os atrasos e afetar o bem-estar dos condutores.

A nossa investigação mostra que o maior stress em termos de estacionamento na Europa se verifica na Polónia, com Podlachia (83,3%) e Olsztyn (80%) a enfrentarem problemas como espaços de estacionamento urbano limitados e elevada densidade de veículos.

Do mesmo modo, no Reino Unido, Newcastle upon Tyne (65,3%), Liverpool (64,4%) e Middlesbrough (63,9%) são as cidades com mais problemas de estacionamento para os automobilistas. Estas localidades debatem-se com espaços restritos no centro da cidade, [taxas de estacionamento na via pública] (https://new.newcastle.gov.uk/news/2024/proposed-changes-parking-charges), congestionamento e [regulamentos de estacionamento rigorosos] (https://snapacc.com/newsroom/hgv-parking-regulations-in-the-uk-what-every-driver-should-know/) que contribuem para a frustração dos condutores.

As cidades romenas Sibiu e Cluj-Napoca, juntamente com as cidades espanholas de Malaga e Bilbao, registaram os níveis mais elevados de stress no estacionamento nos respectivos países. No entanto, em comparação com o Reino Unido e a Polónia, as suas pontuações de stress são mais baixas - variando entre 55,6% e 52,4% - sugerindo condições de estacionamento mais fáceis de gerir, menos engarrafamentos e relativamente menos pressão sobre os condutores nestas áreas urbanas.

"Na SNAP, o nosso objetivo é simples: reduzir o stress relacionado com o estacionamento para os profissionais do transporte. Ao fornecer informações em tempo real e opções de rota mais inteligentes, ajudamos os condutores a encontrar estacionamento seguro e acessível, tornando as suas viagens menos stressantes e mais eficientes. "

**MATTHEW BELLAMY, DIRECTOR-GERAL, SNAP

Porque é que os condutores de veículos pesados sofrem o maior stress nestas cidades?

Os condutores de veículos pesados enfrentam pressões diferentes das dos condutores de automóveis normais. O estacionamento limitado para veículos de grandes dimensões, a navegação em ruas estreitas ou congestionadas e o elevado volume de tráfego podem tornar a condução urbana mais difícil e stressante, transformando as viagens de rotina em experiências de grande stress e pressão de tempo.

Vamos aprofundar os factores que causam stress nos condutores de veículos pesados:

  • Limited parking for large vehicles. Scarce lorry bays and high demand make it hard to find safe places to stop, especially in urban centres. The RHA’s Roadside Facilities campaign reports an estimated shortage of 11,000 lorry parking spaces in the UK, creating significant stress for HGV drivers who struggle to find safe and legal places to park., creating significant stress for HGV drivers who struggle to find safe and legal places to park.
  • Narrow streets and complex urban layouts. Tight roads and historic city centres require careful navigation, increasing stress and risk of delays in cities like Prague, Dublin, and Liverpool.
  • High traffic volumes and congestion. Heavy commuter and freight traffic slows journeys, increases travel times, and heightens frustration particularly in busier cities like London, Birmingham, Bucharest, and Madrid.
  • Low-emission or Clean Air Zones. Restrictions on vehicle access, extra charges, and rerouting requirements can complicate planning and add pressure. For example, low emission zones in Spain require some HGVs to seek alternate routes.
  • Route restrictions and delivery schedule. Height and weight limits, prohibited turns, and time-specific delivery windows force drivers onto longer or less convenient routes.
  • Isolation and limited facilities. Long urban journeys without access to rest areas, fuelling, or amenities can increase fatigue and mental strain for HGV drivers.

O que significam as cidades stressantes para os condutores de veículos pesados?

As cidades stressantes criam desafios para os condutores de veículos pesados. O congestionamento, o estacionamento limitado e os complexos traçados urbanos podem levar à perda de tempo, à não realização de entregas, ao aumento da fadiga e a um maior risco de pequenas colisões ou quase acidentes.

Os condutores podem gerir o stress planeando cuidadosamente as rotas, fazendo pausas programadas e utilizando a tecnologia para antecipar atrasos ou ajudar com orçamentos. A SNAP apoia os condutores com ferramentas como a aplicação intruck, ajudando-os a localizar estacionamento disponível, a planear percursos eficientes e a manterem-se informados sobre o congestionamento, reduzindo o stress e tornando as [viagens de veículos pesados de mercadorias] mais seguras (https://snapacc.com/newsroom/safe-driving-practices-essential-guidelines-for-long-haul-truckers/) e mais fáceis de gerir.

O que significam as cidades stressantes para os operadores de frotas de veículos pesados de mercadorias?

As cidades stressantes não afectam apenas os condutores - também têm impacto no desempenho da frota. O congestionamento e o estacionamento limitado podem levar a atrasos nas entregas, a custos operacionais e de combustível mais elevados, à redução do bem-estar dos condutores e ao aumento do risco de multas ou sanções. Estas pressões podem afetar as margens de lucro e complicar a programação, a [retenção ou falta de condutores] (https://snapacc.com/newsroom/uk-driver-shortage-are-numbers-improving/) e a satisfação do cliente.

Os operadores de frotas podem ultrapassar estes desafios adoptando [estratégias mais inteligentes] (https://snapacc.com/newsroom/6-fleet-management-strategies-that-will-transform-your-bottom-line/) e sistemas de apoio: utilizando informações sobre o tráfego e o estacionamento em tempo real, criando horários flexíveis e [dando prioridade ao descanso e ao bem-estar dos condutores] (https://snapacc.com/newsroom/how-can-the-haulage-industry-support-driver-mental-health/).

Disponível em mais de 850 parceiros de serviços em toda a Europa, a solução de pagamento de frotas da SNAP é utilizada a cada 12 segundos em todo o continente para pagar serviços de camiões - sem dinheiro ou cartão.

Tornar as cidades europeias menos stressantes para os condutores de veículos pesados

Compreender os pontos críticos de stress na condução e no estacionamento em toda a Europa ajuda as frotas a operar de forma mais segura e eficiente. Ao utilizar estes conhecimentos para o planeamento de rotas, formação de condutores, adoção de tecnologias e redução de riscos, os operadores podem reduzir os atrasos, melhorar o bem-estar e proteger os seus condutores. A SNAP apoia esta missão para as frotas de transportes, oferecendo estacionamento seguro, pagamentos sem problemas e ferramentas que tornam as operações diárias mais calmas e seguras.

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segunda-feira 26 janeiro 2026 • Notícias e actualizações

PREPARAR O ORÇAMENTO DA FROTA PARA 2026 PARA O (IN)ESPERADO

Guest

Preparing your fleet budget goes beyond simple financial exercises. As a manager, you need strategic oversight to navigate economic headwinds and an evolving regulatory framework. It is essential to prepare your company for unexpected events, as these instances define operational stability and success. Here’s how to build a responsive budget and get ready for future challenges. Being a fleet manager means foreseeing both the predictable trends and significant uncertainties. The following seven strategies are designed to absorb shocks, adapt to change and build resilience. Your budget may have a fixed monetary amount each year. While simple, it could be too static when anticipating unexpected events. Make your financial planning more dynamic by allocating a specific percentage rather than a fixed amount. For instance, your emergency fund could be 5% of the total budget instead of $100,000 annually. Using a percentage is wise because it hedges against inflation. A fixed amount loses purchasing power over the years, whereas a percentage-based fund grows with the budget. You get automatic protection from marketwide surges. Consumer prices in the U.K. , though they can quickly fluctuate due to market conditions. Fleet managers used to determine their budgets based on acquisition prices. Now, they are focusing on budget stability and long-term strategies. Make your process more holistic by managing the total cost of ownership (TCO) and the cost per vehicle over their lifetimes. This approach makes you more meticulous and your budget more dynamic. Mastering TCO involves centralising your data and using dedicated fleet management software. This technology helps your business by and recommending conservation strategies. TCO also enables you to forecast the year for each vehicle based on historical information. Use this to make more informed acquisitions and save money. A volatile economic climate means you need to contain costs. Leverage your company’s position by reviewing supplier contracts and considering renegotiations before renewal. This strategy converts unpredictable expenses into more manageable line items. Your business partner may raise prices on essential goods, so your meetings should lock in prices for tyres and oil. Narrow your negotiation to key areas, such as pricing structure. Your primary focus should be fixed-price agreements for high-volume items and standard labour rates. Savvy fleet managers leverage their spending from the previous year to earn volume discounts and capped increases. These properly managed contracts insulate your business and transfer risk to suppliers. Risk management for your fleet budget also includes insurance optimisation. Managers should turn this annual exercise into an opportunity to protect their business from financial debilitation. The right policy is crucial because it protects against shocks that can result in third-party damage or injury. It also increases predictability by turning repair bills into known variables. Insurance optimisation requires a thoughtful, data-driven process. Give your broker a risk management portfolio to showcase positive trends, such as fewer speeding incidents or less harsh braking. If you have policy excess, ask your insurer to model the premium savings for a higher deductible. Therefore, you can save money on your monthly payment. Maintenance and repairs can be unpredictable and expensive. One breakdown on the M6 could require costly engine work or a transmission replacement. Be proactive by implementing structured service schedules. Beyond the manufacturer's guidelines, you should create detailed plans for each vehicle based on its usage and age. You can dive deeper by including motorway driving and city travel. Your maintenance schedule should also include daily tasks. For example, experts to prevent condensation formation. If the tank is close to empty, sediment buildup and pump damage may occur. Cleaning is another nonnegotiable daily chore, especially when driving over road salts and chemicals. Rinse off dirt and other contaminants before storing vehicles. Accidents are among the most unexpected parts of your fleet budget. Besides the crash, managers must also and solicitor fees. However, proper driver training can mitigate this cost by reducing its frequency. Targeted coaching helps operators understand defensive driving, hazard perception and the specific dynamics of their jobs. Investing in driver training is one element of risk control. Human driving can be unpredictable, but education transforms it into a more consistent variable. By improving your drivers, you also help your insurance premiums. An accident can raise rates, so proper training is one way to control costs. A decrease in incidents can be used as leverage in insurance negotiations. Fleets are becoming more connected as they transform into data hubs. Your vehicles can generate and store vast amounts of information, which is essential for management. However, the connectivity exposes the modern automobile to liabilities. Budget for cybersecurity to protect your assets from digital threats and prepare for the unexpected. Managing this part of your fleet budget involves protecting vehicle systems. You could invest in hardware and software solutions to create firewalls around your GPS and V2X communications. This strategy helps keep your software up to date and protected from external threats. Secure data transmission is another part of preparing for the unexpected. Forward-thinking managers invest in fleet management systems with end-to-end encryption. Before building a resilient operation, it is essential to understand why. You should budget for unexpected events to ensure continuity. If a vehicle breaks down, it could halt operations and delay services. However, planning for these incidents provides a buffer and safeguards your bottom line. All vehicles are subject to failure, so you are preparing for the physical reality. This strategy is also essential for the bigger picture. For instance, economic volatility is a factor outside your control. Sudden inflation, interest rate hikes and price increases are detrimental to static budgets. However, planning for unexpected costs helps absorb them. By accurately forecasting expenses, you build financial discipline and credibility with stakeholders.Building a dynamic budget demonstrates strategic leadership more than defensive measures. As you incorporate wise approaches, you fundamentally shift your organisation’s mindset and promote proactive control. The modern economic climate requires fleet managers to absorb shocks and mitigate asset failure. A strong budgetary framework lets you protect profit margins and guarantee continuity.Discover more from

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segunda-feira 19 janeiro 2026 • Notícias e actualizações

DISCRIMINAÇÃO DOS SISTEMAS DE PORTAGEM NA EUROPA

Guest

For many fleets operating across Europe, tolls have quietly become one of the most complex and least predictable costs. What was once a relatively straightforward question of motorway charges has evolved into a patchwork of national systems, technologies and pricing models that now reflect emissions, vehicle weight, axle count, geography and even time of day.As we move into 2026, tolling is no longer just an infrastructure charge. It is increasingly a policy lever, used by governments to fund roads, manage congestion and accelerate the shift towards lower-emission transport. For fleet operators, that shift has real financial consequences.This article breaks down how tolling works across Europe, what fleets actually pay today, and what changes are coming next.Margins in road transport are tight. Fuel, labour, insurance and compliance costs have all risen sharply in recent years. Against that backdrop, tolls are becoming more significant, particularly for long-distance and cross-border operators.In countries such as Germany and Austria, toll costs per kilometre can now rival fuel costs on certain routes. In Central and Eastern Europe, tolls remain lower, but rapid rises and network expansion are closing that gap. At the same time, the introduction of CO₂-based charging means that two otherwise identical vehicles can face very different toll bills depending on their emissions profile.For fleets operating internationally, tolls are a consideration for route planning, vehicle procurement and pricing.There is no single European toll system. Instead, fleets must navigate a mix of national approaches that broadly fall into three categories.Distance-based tolls charge vehicles per kilometre travelled. These are now the dominant model for heavy goods vehicles and are used in countries such as Germany, Austria, Poland, Hungary and Belgium.Time-based vignettes allow vehicles to use the road network for a fixed period of time, such as a day, week or year. These were traditionally a pass displayed in the windscreen, but are increasingly digital.Hybrid systems combine toll roads with toll-free alternatives. France, Italy and Spain all operate models where tolls apply only on specific routes.Across all three models, the EU’s revised Eurovignette Directive is pushing countries towards distance-based, emissions-linked charging. This is steadily reducing the role of flat-rate vignettes and increasing the costs of high-mileage fleets.Operationally, tolling is becoming more digital. Most distance-based systems rely on GNSS or GPS tracking via onboard units (OBU), supported by roadside gantries, toll booths and camera enforcement.For fleets, this means greater reliance on onboard technology, tighter compliance requirements, and less tolerance for administrative error. Missed payments on free-flow roads (where there are no toll booths and no need to stop) can quickly turn into fines, particularly for international drivers unfamiliar with local rules.Interoperable toll services under the European Electronic Toll Service (EETS) framework are becoming more important for cross-border operators. Instead of fitting vehicles with multiple country-specific onboard units, fleets can use a single approved device to pay tolls across several European networks. This simplifies administration, reduces installation and maintenance costs – and lowers the risk of non-compliance when vehicles move between different toll regimes. Germany operates one of Europe’s most comprehensive toll systems. The LKW-Maut applies to all trucks over 3.5 tonnes on motorways and federal roads. Since December 2023, tolls include a CO₂ charge, which has increased costs for diesel vehicles. Official details are published by Austria’s GO-Maut is among the most expensive per kilometre in Europe. A Euro VI articulated truck paid around on motorways in 2025. The system includes infrastructure, noise, air pollution and CO₂ components. Electric trucks benefit from lower rates. Belgium operates a kilometre-based toll for trucks in Flanders, Wallonia and Brussels. Rates vary by region, weight and Euro class, with annual increases. From 2026, zero-emission vehicles will no longer be fully exempt but will still pay reduced infrastructure charges. Official information is available from France uses a motorway concession model. Tolls apply on routes operated by private companies and are paid at toll booths or electronically. Annual increases are modest and regulated. The Italy follows a similar concession-based approach. HGVs pay on the Autostrade network. The government is working towards more dynamic tolling by 2026, potentially linking charges to congestion and emissions. Hungary’s HU-GO system applies to trucks over 3.5 tonnes on motorways and main roads. Following high inflation, toll rates have increased sharply. Official updates are published at Poland’s e-TOLL system charges per kilometre using GNSS (satellite) technology. Rates rose in 2025 and will again in 2026, while the toll network continues to expand. The official platform is Spain is unusual in that many major motorways have become toll-free following the expiry of concessions. Some tolled routes remain and costs vary per kilometre for HGVs. The Spanish government’s position is outlined via the Romania currently operates a vignette system for trucks, with a seven-day pass costing around for the heaviest vehicles. This will change in July 2026, when Romania introduces a distance-based toll system called TollRo. Initial rates are expected to be low, but are likely to rise over time. Several developments make 2026 a pivotal year for European tolling.The Netherlands will introduce a kilometre-based truck toll from 1 July, replacing the Eurovignette. Average rates are expected to be around €0.19 per kilometre, with discounts for low-emission vehicles. Official information is available at As mentioned, Romania will transition from vignettes to distance-based charging, bringing it in line with neighbouring countries.Across Europe, CO₂-based differentiation will become standard, with reduced exemptions and tighter enforcement. Electric trucks will continue to benefit, but full exemptions are gradually being replaced by reduced rates rather than zero tolls.For fleets, this means higher exposure to mileage-based costs and greater incentives to invest in cleaner vehicles and better planning tools.Operators are now evaluating routes to balance toll costs against fuel use and journey time. Investment in Euro VI and zero-emission vehicles is increasingly justified not only by fuel savings but by toll reductions. In addition, toll surcharges are becoming more explicit in customer contracts and digital route optimisation tools are playing a larger role in daily operations.Fleets therefore need accurate forecasting, up-to-date vehicle data and clear visibility of toll exposure by route and customer. Vehicle procurement decisions should factor in toll classes alongside fuel efficiency. Cross-border operators should prioritise interoperable toll solutions and ensure drivers understand local payment rules, particularly on free-flow roads.Most importantly, toll costs need to be reflected transparently in pricing. As tolling becomes more emissions-driven, fleets that plan ahead will be better placed to protect margins and remain competitive.For fleets, the question is no longer whether tolls will rise, but how well prepared they are to manage them. In the years ahead, it will not just be about how far a vehicle travels, but how cleanly, where and under which system.As tolls become more closely linked to emissions, mileage and vehicle type, understanding what you pay and where matters more than ever. SNAP helps fleet managers and operators manage payments and support drivers with access to safe, well-equipped truck stops.

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quinta-feira 08 janeiro 2026 • Notícias e actualizações

PARAGEM DE CAMIÕES DE SUTTERTON: ELEVANDO O PADRÃO DE CONFORTO E SEGURANÇA DO MOTORISTA

Susie Jones

Situated on the A17 and a short drive from Boston is , a haven for truck drivers transporting goods along this stretch of road. The location provides not only a truck stop with the usual amenities one would expect clean showers, toilets, shop, and refuelling options but it also presents drivers with the choice to dine at the Roadside Diner, providing visitors with an American-themed restaurant with a variety of meals. We sat down with Director James Townsend to discuss improvements to the site, driver welfare, site security, and their long-standing relationship with SNAP. explains James. The site has undergone a major refurbishment, prioritising the needs of truck drivers. Nestled inside the truck stop is the new roadside diner. James and the team have recently taken back ownership of this and refurbished it. James says. He goes on to explain that it was more than upgrading existing facilities, but providing drivers with the right facilities to make the site a home away from home. SNAP asked truck drivers parking at Sutterton what they thought of the new facilities on offer. One driver commented:When it came to the design of the truck park, the site worked closely with SNAP to maximise the site’s potential:Driver welfare still remains a huge priority for those working in the industry, with investment into truck parking lacking, something James is all too aware of after working with the DFT. he explains. While investment is valuable, directing it into the right facilities for truck drivers is also imperative. James states. James and the rest of the team work closely with SNAP’s UK Network Team as well as , providing them with a single, clear point of contact should any issues arise. explains James. Having the support in place for complaints and technical issues is a major advantage for a truck stop like Sutterton, which often manages competing demands. Working with SNAP has delivered additional benefits as well, as James goes on to say:To ensure truck drivers get a good night’s rest, ensuring the site is as safe and secure as possible was vital for Sutterton Truck Stop. Working with SNAP Access & Security from the outset has allowed James and the team to do exactly that. says James. The site is a firm believer in training its staff to deal with incidents if they occur. Inspired by what you’ve just read? Catch the full interview with